Ai ai, esse luto em meu peito...
Como viver chorando desse jeito?
Como amenizar toda essa ira?
Se o amor não suporta mentira
E eu não suporto desrespeito?
Como esquecer o que foi feito?
Poema por: Thais (eu mesma)
Ai ai, esse luto em meu peito...
Como viver chorando desse jeito?
Como amenizar toda essa ira?
Se o amor não suporta mentira
E eu não suporto desrespeito?
Como esquecer o que foi feito?
Poema por: Thais (eu mesma)
Se você morrer de saudade me avisa, pra eu saber se amanhã será um dia azul ou cinza. Se você lembrar meu nome pega o telefone e conta que lembrou, que foi sem querer, mas lembrou. Se for uma saudade que passou de raspão conta mesmo assim, conta que quase pegou em você, que você quase sentiu a minha falta e quase mandou uma mensagem e quase passamos a tarde conversando. E, se você não sentir saudade nunca, tudo bem, fico aqui achando que sentiu e não contou, e invejo as suas duas habilidades: não sentir saudade e ficar em silêncio quando sente. Perguntei para aquele nosso amigo, “Será que ela também sente?”. Ele respondeu com outra pergunta, “Você sente tanta saudade assim?. Eu disse, “Todos os dias”. Ele evitou me olhar nos olhos e falou baixo, “Todos os dias é melhor que todos os minutos”. Essa foi a primeira vez que quantifiquei a minha saudade em relação ao tempo: é muita, mas não é a cada minuto. Isso me leva a pensar que a sua pode ser pouca e única, por isso, se acontecer me avisa, pra eu saber se amanhã será um dia azul ou cinza.
Texto por: Bruno Fontes.
eu ainda te amo
eu ainda te amo
eu ainda te amo
queria não te amar mais
te amar dói muito
eu ainda te amo
eu ainda te amo
Porque você não quer ele.
Você quer o que ele representava — o único espaço que era só seu. Onde você era você, não esposa, não mãe, não filha. Só você.
Você quer ser amada sem limitações, sem medo, sem pisar em ovos. Você quer alguém que te veja e fique. Que admita quando erra. Que te faça sentir suficiente.
Esse alguém nunca foi ele de verdade. Ele era a pessoa que você construiu nos espaços entre as brigas, nos momentos bons, na esperança de que ele fosse ser o que você precisava.
É muito mais fácil continuar querendo a ilusão do que encarar que o lugar que ele ocupava na sua vida ficou vazio. E que esse vazio existia antes dele, e vai continuar existindo até você encontrar outras formas de preenchê-lo — com pessoas, com coisas, com você mesma.
Você não quer ele.
Você quer não estar sozinha com tudo isso.
E isso faz todo sentido.
Bem, você parece o mesmo
Mas é outra pessoa
Só que isso não é evidente na superfície
Bem, você fala do mesmo jeito
Não, mas eu estou ouvindo outra pessoa
Agora você está me deixando nervoso